segunda-feira, 28 de janeiro de 2008
Lígia
Cheguei de quase 30 dias de férias.
Mal tento reorganizar a vida, retomar o ritmo, responder os emails e vem essa bomba, essa perda, essa tristeza rasgando o peito: nossa Lígia morreu.
Sem aviso.
Uma estupidez.
Eu ganhei a Lígia de presente da Fal - junto com mais um bando de pessoas lindas - em papel de seda e fitas douradas. Nossa convivência durou um ano...em trocas, confidências, sorrisos, banhos de cheiro, receitas de dieta, trocas de idéia, revelações, poesias, músicas, livros, tirinhas, apoios mútuos, abraços, soluços, sustos, gargalhadas, e um amor que não tem explicação (cês sabem, né, meninas? Não tem como explicar).
Ontem, acordei com minha sorella dizendo: "Beloca, nossa Lígia se foi". E eu fiquei ali, sentada na cama, deixando as lágrimas correrem pra tentar lavar o susto, pra tentar apagar essa coisa que não podia ser verdade, que devia ser só um pesadelo daqueles que tiram a gente do travesseiro aos soluços...
Um desespero de pensar nos filhos e no marido que ficam...em nós que ficamos sem aquele sorriso rasgado, sem a doçura, a transparência, a gargalhada, o colo e as lágrimas irmãs de Lígia...
Irmã, vai com Deus. Seu caminho será iluminado e amplo como seu coração. E se houver alguma justiça, só de riso, amor e beleza será essa sua nova jornada... Porque você jamais mereceu nada diferente.
...E desculpa pelo email que eu nunca respondi...
sexta-feira, 28 de dezembro de 2007
I'm oh sooo lonely ou ai que drama, meu bem!
terça-feira, 25 de dezembro de 2007
Pedacinhos de amigos
Primeiro que eu tenho que ajoelhar e agradecer, né, fias?
Cês sabem de quem eu tô falando, cada uma de vocês!
Mas nos últimos dias, as amigans daqui têm dito cada coisa, que só registrando.
***
- Poutzgrill (ela fala assim!), eu sou cagada de arara?
- Hã? Quê isso? hehehehe
- Você conhece alguém que já conseguiu tomar uma cagada de arara?
- Hauhauhauhauahuahuhauha
- O cara tem que estar totalmente errado,
lugar, hora, tudo pra conseguir isso, né?
A minha cara!
***
- Eu acho que no dia que eu me apaixonar de novo,
a pessoa vai ter um surto, mudar pro Azerbaijão...
fazer uma cirurgia cardiovascular
daquelas que zuip abrem de cima embaixo, entende?
Ou engravidar alguém de trigêmeos...
- Ah, se você tivesse sorte, você quer dizer?
(tapa tapa tapa tapa)
***
- O fato é que eu acordei de manhã, assim, sorridente,
que até a bochecha doía.
Ai, olhei pra cama... uma bunda, né?
Affff...profissa, profissa!
- Pára bem ai com os detalhes.
Ele é meu primo, cara!
- E eu vou contar isso pra quem?
E tava aquele deus nu deitado ali, dormindo.
Ai eu pensei: que diabos estão fazendo as minhas amigas
que não estão aqui agora!?
***
E, na retrospectiva de janeiro/2007 temos:
"Talvez - e eu digo por mim, mesmo sem ter certeza disso - o que a gente estivesse procurando um no outro fosse um índice maior de delírio...ou é ainda... não sei bem. A gente sempre foi tão pouco prático, muito pouco...pouco corajoso também. Acho mesmo que nós dois tínhamos uma exigência de segurança, de realidade,que não nos permitia viver do futuro incerto...porque tínhamos, acima de tudo, um pé pesado na realidade, por mais estranho e contraditório que possa parecer. (...) Tem uma coisa que só a arte e o grande amor dão, que é essa coisa de criar outros mundos, de viver um universo paralelo possível, dentro da realidade, sem ter que ser doido, entende? Ou sendo um pouco doido, talvez.
Porque o amor avassalador e a boa arte são feitos por pessoas limítrofes, quase sempre... ...Acho mesmo que, no preço total das minhas escolhas, embuti na minha decisão eu saber quanto ele pesa, quanto vale na minha vida, saber dar por isso direitinho... E, no entanto, não tê-lo".
quinta-feira, 13 de dezembro de 2007
Nada passa despercebido. Chega a ser incômodo. Tanta atenção, tanto detalhe, tanto enredo. Tanta gente que entra e sai, da casa, da vida, do pensamento. E tudo está lá, fielmente registrado. Incomodamente, mas orgulhosamente registrado. Mas é também lindo, esse nosso roteiro em versos.
Tantas vezes viramos um pastelão. Idiotas, bestalhões. Só que a maior parte do tempo somos muito práticos, organizados, retilíneos, fáceis, sem deixarmos de lado o questionamento (essa coisa que rouba um tempo precioso dos afazeres... e estreita o coração). Uma dúvida bissexta ali, com alguma pergunta cruel que ecoa, no fundo.
Nosso tempo é quase todo de ação, de resoluções, coisas pra fazer. A cabeça corre doida, atrás dos acontecimentos. E muito se fala, muito se ouve, às vezes se chora de soluçar. Mas é raro. Porque tem muito riso, todo dia. Ta lá gravado. Às vezes há gritos irados, viscerais. Há vontades gêmeas de esgoelar, de torcer o pescoço de um, de esbofetear outro.
Mas há, mais que tudo, uma enraizada força que leva minhas mãos aos seus cabelos e encaminha docemente sua cabeça pro meu colo, antes de dormir (porque só no seu calor eu posso dormir e sonhar). E tem um imã poderoso que doma o meu olhar férreo, quando você entra em cena. E eu me comovo. Sempre. Pro bem e pro mal.
E eu sei ver quando o verde escuro dos seus olhos se ilumina amarelo de raiva, de doçura, tristeza ou encantamento. Sinto a sua respiração parar, quando eu chego da rua e te olho, morta de cansaço, quase implorando por banho, comida e colo. E suspiramos juntos. No mesmo compasso.
E há nosso acordo tácito de fiel silêncio (e nenhum de nós chegou a falar ou furar o dedo) - com um risinho parceiro e um brilhinho discreto - dos segredos, das canções, dos passa-mal, dos versos, das vergonhas, dos vexames, dos ataques de riso, dos chororôs, dos projetos, das fúrias e das entregas, da bobeira, dos sublimes, das infantilidades, desse amor cotidiano feito em atos
E já que a gente pede desculpa sempre e por tudo, me perdoa se eu não digo com a boca, o que eu falo e faço todo dia, o tempo todo, há dez natais: é você, meu amor!
segunda-feira, 10 de dezembro de 2007
Faaaala, Mááááário (uon uon uon uon) ou Alô Alô, marciano - versão 2007
...Enquanto isso, no SENADO da República:
LÍDER DO PSDB NO SENADO/ARTHUR VIRGÍLIO: Eu estou sempre conversando com Mário Covas, em sessão espírita. Ele me diz: "-Vote contra a CPMF!". Eu vou obedecer o Mário.
(em declaração ao Jornal do SBT de hoje!)
sábado, 8 de dezembro de 2007
É de manhã, vem o sol, mas os pingos da chuva que ontem caiu...
Uma preguiça infinita, modelo daqui-eu-num-saio-daqui-ninguém-me-tira. Fome/gula de acordar comendo que nem uma francezinha (croissants e manteigas e queijos deliciosos e chocolate quente) e a manhã voa...dá uma estranha sensação de poutz, eu perdi a metade do dia.
Ai eu lembro como eu gostava, quando era menina, de ficar deitava, num dia como este - nem frio, nem quente, fresquinho e gostoso -, só admirando as coisas ao meu redor. E ganhei dessa época um encantamento que eu tenho comigo, de ver as pessoas que eu amo fazendo coisas simples, como se fossem as mais importantes do mundo. E que, na verdade, são.
E eu fazia um joguinho mental absolutamente solitário, que era o de “dedicar” a cada tarefa de cada pessoa, uma música. Às vezes era engraçado. Mas como sempre fui besta e mole pra rir, rir sozinha também virou um dos meus esportes.
Fiquei vendo meu filho mais velho dando comidinha e água pra Gaia, nossa cachorrinha, de um jeito doce e, que eu me lembre, deve ser a primeira vez que ele faz isso sem ninguém mandar. Pensei que ele já ta assumindo a própria vida. Ele deu outros sinais disso já, com a escola e a namorada e tals. E com a curiosidade com a cozinha, que eu, particularmente, acho lindo e encantador.
E ele ganhou ares de moço, estabelecendo prioridades, fazendo escolhas que eu até hoje acho difíceis de fazer...como não querer ir a um almoço de família porque acho mais importante, neste momento, ver os meus amigos. E ele é libriano – o que por si só já embute na pessoa uma dificuldade de decidir – mas ele decide, escolhe e enfrenta com doçura os questionamentos de, por exemplo, não ir ver os avós, neste caso. Eu fico UAU, como diz a Mary W.
“Oh, meu amigo, meu herói
Porque a solidão não é só tristeza, é também essa coisa de tomar decisões by yourself, né? E crescer não é indolor.
quarta-feira, 5 de dezembro de 2007
Presentes virtuais que valem ourooooo!
Tamos no fim do ano, né?
É, amiga dona de casa, avuou.
Eu sei.
Aqueles balancinhos vão sendo feitos. Mesmo sem querer, eles vem chegando, exigindo alguma revisão, alguma olhadela pra trás.
... Sem chance de escapar.
Daí, faltando apenas 27 dias pra 2008 e, respectivamente, pro seu aniversário, um cara que você conheceu moleca - adola, chata pra cascalho e que ainda assim gostava de você - te manda um presente assim, ó:
http://web.mac.com/bruno71/Bruno/Muzga/Muzga.html
Uia...que isso dá superávit no meu balancinho!
Coisa mais linda, Brunits!
terça-feira, 4 de dezembro de 2007
Seu Nestor X Ressonância Schumann
O que foi provado da tal de Ressonância Schumann , que afirma que o meu dia não tem mais 24 horas, mas 16h?
Assim fica impossível seguir a dica do seu Nestor, um senhor simpático, mineiro e falador, de 82 anos, sentado ontem próximo ao parquinho da minha quadra, que olhava as crianças brincando e me dizia que a sabedoria da vida consiste em dormir 8 horas, trabalhar 8 horas e usar as outras 8 pro divertimento - puxando bem nos erres.
Tivemos uma engraçada conversa que terminou com um sábio conselho: “há mais de 40 anos, eu danço 4 horas, três vezes por semana. Você bote os seus filhos numa escola de dança de salão, viu? Porque o dançarino sabe levar as moças e daí não se corre o risco delas devolverem os meninos pra mãe, depois dos 20 e poucos anos, por falha de pegada”(pausa pra minha vontade de espocar de rir com essa).
Entre idas ao passado e voltas repentinas aos dias atuais (ele é fã do Lula:“ali tem um homem de fibra, mas o coração dele é bobo e engana ele”), ele me contou que foi médico, sempre foi "desse jeito delicadíssimo", teve mais de uma esposa “oficial” - teve quatro e com elas fez oito filhos - e que nunca admitiu ser mal tratado, sob nenhuma hipótese. O preço disso podia ser ele sumir de um dia pro outro, sem maiores explicações, deixando como rastro apenas o detalhe da falta de um par de meias e uma cueca, na gaveta. E de menos uma muda de roupa, no armário.
Ele catequisa que ninguém tem que ser infeliz ou tolerar falta de cuidado, “porque o que seca o coração é a falta de delicadeza, poesia e atenção”. Mas reconhece que, quando muito novo, “pode ser que tenha sido impaciente ou intolerante”. E confessa que apenas de uma das moças ele tem saudades reais, porque “era boa pessoa demais, com um coração doce, tranqüilo e sereno. Me chamava de Tôzinho”. Um tipo de gente rara, segundo ele.
Seu Nestor tem um brilho inquieto, um jeito de quem ainda se encanta com o mundo. Eu perguntei o que ele mais gostava de fazer e ele mandou: “gosto de ler e gosto de gente. Num a gente imagina, no outro a gente descobre. Gosto muito de conhecer gente. Com mais de 80, tenho um faro apurado pras pessoas de bom coração. E, cercado delas, acho que emplaco 2025!”
Por causa da proliferação de bares nas redondezas, tema que quase o leva à ira, ele terminou a conversa me contando um negócio engraçado, de um ex-sogro que gostava muito de “tomar as cachacinhas”, coisa que ele jamais se habituou a fazer. A família da ex-mulher já andava cansada das muitas tentativas em fazê-lo deixar de beber e a sogra era um espetáculo: mulher jovem e cheia de energia, animada, “sacudidona” e visivelmente decepcionada pelo péssimo hábito do marido. Seu Tôzinho tinha passado uma tarde na casa da família e, na hora de ir embora, disse ao sogro: “se eu fosse você, eu parava com isso, largava esse copo...porque se eu que sou genro pegava, imagine os outros”. Nem o AA faria melhor: o cara deixou de beber no outro dia.
E se não fosse a urgência dos 5 anos do meu caçula, eu teria ficado mais. Fico sempre encantada com gente que fala bem... E ouviria por horas e horas histórias assim.
segunda-feira, 26 de novembro de 2007
Propagandas censuradas
Nada novo no front
Ah eu ando enjoada. Sem muita vontade de jogar conversa fora, sem muita paciência, sem muito ânimo pra novidades, sacumé?
Um pavio cuuuurto pra chatices de todos os gêneros, de gente a idéias.
Ai eu caio nos braços do que eu já sei que é muito bom. E fico comendo coisinhas comprovadamente deliciosas, lendo Eça, Rosa, Clarice, Drummond...e rodeada de gente que eu já sei que eu amo e pronto.
Minha redoma é assim, cheia de coisas confortáveis. Nada de vidro.
***
SeeqPod Music beta - Playable Search
***
Vago por labirintos espelhados
Feitos de duros bronzes e de prantos
Ando por descaminhos tais e tantos
Que seus desvios geram destroçados
Clarões de perdição, alcatilados
Declives enganosos, e mais quantos
Desconcertos couberem na alma
(...)
Hélio Pellegrino
segunda-feira, 19 de novembro de 2007
Jingle Bells pra você também!
Vamos lá ajudar... pelo menos nessa época em que até os corações mais duros amolecem.
1. Aquele computador que você não usa mais:
CDI - Centro de Democratização da Informática.
É uma ONG que trabalha com a população carente do DF e entorno e que necessitam de doações de equipamentos para continuarem o trabalho.
Marco Ianniruberto - Secretário Executivo do CDI-DFdiretoria@cdi-df.org.br
Aldiza - aldiza@esquel.org.br
201 Bloco A Sala 123 Brasília - DF (61) 3322-7233
2. Fazer crianças felizes doando bicicletas usadas:
Rodas da Paz
Como: Recebe doação de bicicletas novas, usadas, com defeitos ou quebradas. Consertam/Reformam e doam para creches/crianças carentes. As que não tiverem conserto, eles fazem a tricicleta para deficientes físicos.
thebruce@terra.com.br
www.osteixeiras.com.br
Maurício (61)8408.8498
Andréia (61)9986.2911 /(61)3447.4551
3. Devolver a boa visão a pessoas que não podem comprar óculos:
Voriques Óptica
Como: Recebe óculos com defeitos ou quebrados. Consertam e doam para idosos e crianças carentes.
Centro Médico de Brasília SHLS 716 Bloco F loja 16/43
Voriques (61)3346.6100
Marina/Walace (61)3346.9692
(marketing)marketing@voriques.com.br
assessoria@voriques.com.br
Pátio Brasil Shopping - Térreo Loja 104W(61)3225.8586 / (61)3223.3496
Centro Comercial Gilberto Salomão - Lago Sul(61)3248.6952 / (61)3364.3616
4. Melhorar a qualidade de vida de centenas de famílias
Como: Recebe eletrodomésticos usados e com pequenos defeitos, restauram e repassam.
100 Dimensão
QN 16 conj. 5 lote 2 Riacho Fundo II (na entrada)
Sônia/Ângela (61) 8442.3275
angel01@hotmail.com
5. Ajudar a cuidar de dezenas de crianças que foram abandonadas
Como:Recebe roupas, alimentos, brinquedos, etc
Aldeias SOSwww.aldeiasinfantis.org.br
6. Fornecer remédios para quem não pode comprar RemédiosRecebe doação de remédios
Dra. Neide (HRAN) - (61) 3325.4249
neide@linkexpress.com.br
7. Grêmio Espírita Atualpa Barbosa Lima
SGAS Qd. 610 Conj.- (61) 3443.2000
Responsável: Lenira Viana
8. Centro Espírita André Luiz
CEAL - QE 16 - Área Especial - Guará I - (61) 3568.8629
Responsável: Lucival ou Maria Miranda
9. Salvar a vida de muitas pessoas com uma Doação de Sangue
Hospital de Base
SMHS, Quadra 101, área especial, Brasília.
Tel: (61) 325-4050.
Setor Médico Hospitalar Norte, quadra 03, conjunto A, Bloco 03, próximo ao HRAN, no início da Asa Norte.
O atendimento é feito de segunda a sexta-feira, das 7h às 18h e aos sábadosdas 7h às 12h.
Outras informaçõespelos telefones 160 e (61) 3327 4424/4410 ou no site www.fhb.df.gov.br
Distrito Federal: Fundação Hemocentro de Brasília. Endereço: SMHN Quadra03 - Conjunto A, Asa NorteTelefone:(61) 327-4462/64 Fax : (61) 327-4442 Coordenadora: Dra. Maria de Fátima
http://dtr2001.saude.gov.br/transplantes/hotsite/
http://www.abto.org.br/populacao/populacao.asp
Central de Captação de Órgãos - SMHS-Hospital de Base do DF, mezanino,
Sala 102 - (61) 325 5055
Brito Portela : pr@fhb.df.gov.br
11. Participando com gente que combate a corrupção
Veja no site www.amarribo.org.br
12. Agente Cidadão
www.agentecidadao.org.br
adilson@agentecidadao.org.br
13. Doando livros sobre temas ambientais
Associação Amigos do FuturoDoação de livros, vídeos, revistas, monografias ambientais:
(61)3346.0422
14. Se você é jovem e quer se juntar a outros jovens que estão fazendo algo pelo próximo:
Voluntariado - passe um dia com uma criança carente
Doação de roupas, calçados, alimentos, materiais de construção.
ONG Sonhar Acordado
Mateus (61)9963.9639 - (61)3468.3769
mateus@sonharacordado.com.br
15. Doando kimonos usados.
Tranquillini.
Ele dá aulas de judô para crianças carentes de 7 a 17 anos e recebe kimonos usados.
Tel: (61)3224-7728e-mail: tranquillini@abordo.com.br
16. Seus potes de vidro usados podem ajudar a salvar vidas de muitos bebês (e seu leite também)
Campanha de vidros para armazenar - Vidros de maionese, nescafé ou qualquer outro com tampa de plástico.
Leite Humano - Berçário do Hosp. Santa Helena
Acima de 30 vidros eles buscam em casa: (61)3215.0029
17. Os livros que você não quer mais não devem ir para o lixo
COPE Espaço Cultural
Compra, vende, troca (novos e usados) livros, bibliotecas, Cd's e RPG.
Recebem livros abaixo da 5ª série e doam para escolas públicas:
(61)3274.1017 - CLN 409 Bl D lj 19/43 Asa Norte
(61)3201.1017 - SIA/Sul Conj. B lojas 418/420 Feira dos Importados
Veja que legal esse site: www.livrolivre.com
18. Podemos ainda ser voluntários doando roupas, alimentos, nosso tempo e nossas competências para entidades que trabalham com diversos públicos.
Escolha o seu jeito de ajudar!
A opinião não é só minha
sexta-feira, 9 de novembro de 2007
Ataque de amor
Caio me olha, me agarra e diz: - Mãe, eu te amo tanto, tanto, tanto!
Eu: - Quanto?
Caio: - Demais, demais, até explodir meu coração! (Abrindo os bracinhos e fazendo com as mãozinhas o gesto maior que ele consegue) E mesmo depois que ele explodir eu ainda vou te amar. Sabe por que?
Eu (disfarçando o choro): - Por que?
Caio: - Porque os pedacinhos de amor vão ficar voando pelo universo!
Como é que a pessoa não tem um ataque de Felícia depois disso?
***
Bobagem pra fechar a sexta-feira:
Você conhece a ALFISINA?
Não?
Olha que conhece!
Não tá a ligaire o nome à p'ssoa...
terça-feira, 6 de novembro de 2007
Good Air
segunda-feira, 5 de novembro de 2007
Tempo mudo
É, tô num tempo silente, você me desculpe.
Eu oscilo mesmo, entre a tagarelice e o casulo.
Entre a agitação e o zenbudismo...coisa de bipolar dirão alguns.
Pra mim é só um tempo de olhar melhor pra mim, pra dentro, pros outros, pra coisas, em silêncio. De olhar com olhos de ver, como disse alguém tão bem.
Não, não posso me dar ao luxo de me meter num retiro e me dar à mera contemplação. Não posso. Tenho que continuar convivendo, trabalhando, falando. Mas me dou o direito de falar só o necessário. Por isso, me desculpe, mas isso aqui vai ficar meio silencioso por uns dias.
Os mais amigos perguntarão o que foi...
... Pode ter sido o Tchekov de ontem. Pode ter sido o ano todo de acontecimentos abruptos, súbitos, desagradáveis. Pode ser uma desesperança. Pode ter sido o adeus da minha querida Aldinha, na sexta... Pode ser uma tola tentativa de transformar a dor em alguma coisa que preste. E pode ser só fricote... De quem está um pouco cansada de palavras em excesso.
Eu me junto aos que pedem justiça para Ana Virgínia Moraes Sardinha, brasileira que passa por verdadeiro inferno em Portugal. A lista dos blogs que participam do esforço de solidariedade à Ana Virgínia está aqui. Ajude a divulgar, se puder.











