terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

la bida looooca



Saca os nêgos ai da foto? É tufão mesmo. Twister.

Assim, enfileiradinhos eles vieram vindo e chegaram.

Daí que a coisa tá pra lá de de douda e eu, muito além de atacada.

Anfan, vamos lá ver do que vai dar...

Num é por nada, mas saber o que a carcaça aguenta dá o mínimo necessário de tranquilidade nessas horas.

Para o alto e avante, minha gente.

Sigamos.

Eu sigo postando bissextamente, mas tô aqui.

sábado, 16 de fevereiro de 2008

Falzuca, Falfura, Fauô

HAPPY BIRTHDAY TOOOOO YOUUUUUUUUUUUUU!

HAPPY BIRTHDAY TOOOOO YOUUUUUUUUUUUUU!

HAPPY BIRTHDAY, DEAREST DARLING!

HAPPY BIRTHDAY TOOOOO YOUUUUUUUUUUUUU!


(Patsy, Fal(êêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêê!) e Maloca, minha cunhada, no café da manhã mais delícia e badalado do ano!)


Suíri,
todo o meu carinho e os meus melhores desejos de que volte pra você todo esse amor distribuído sem medida!

Fada madrinha, que juntou esse bando de gente linda e louca, em torno de um sentimento.

Coisa mais doce desse mundo!

Merci merci merci!

Liamo oh sooo fucking much

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

TEATRO!

Se você está em Brasília,
não perca a segunda temporada casada!
Eu vou!

Arthur, Andréa, Giselle & Patrícia,
BREAK A LEG!

Danae & Naiana Corporations


AS


MENINAS


FAZEM


ISSO!!!

E eu fico boooooooooooba de ver como ficou tudo tãããão lindo!

Parabéns, amorecas!

Vcs são o mácsimo!

TEORIA DO GATO FLUTUANTE


Caras, cliquem e vejam no tamanho grande que vale a pena!
Eu roooolei de rir.
oH, YES, i hAVE pROBLEMO!!!

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

Ajuda...eu?!



Abraço - Escultura de Ceschiatti (Museu de Arte da Pampulha-BH)
Foto do
Pai da Aninha.



Eu perdi o medo de assumir que eu sou uma inútil como amiga salva-vidas. Eu me contamino com uma facilidade inacreditável. A pessoa ri, eu rio; a pessoa chora, eu choro; a pessoa tem um ataque de ira e eu odeio igualmente o inimigo da hora. Não sei separar as coisas, não sei dizer “pára com isso, deixa pra lá”. Não consigo minimizar a importância da dor, da traição, da angústia, do ódio ou da histeria alheia.

Eu não consigo tomar distância. Não alcanço um patamar que me permita discernir e ajudar em nada. E carona em furacão devia ser uma coisa proibida de tomar...

Então, já sabe: se quiser me ver andando com você a par e passo, a cada topada ou saltitante pelas tardes...tamos ai, dividindo a caixa de bandaid ou de bombons.


***



Ai, a Dri, né?
Eu já falei dela no blog antigo. Eu fiz um post de aniversário pra ela, há uns anos. Ela, que eu amo e anda torturando a gente de saudade, agora tem um blog.

Vai, Lacraia, vai, Lacraia!



***



Nota Mental Pública:

Ir visitar o
Gigio com menos freqüência. Já que visitar a Fal com menos freqüência num tem jeito.
E me basta ter uma lista de livros sem fim. E a minha de filmes já me deprime o suficiente.
E o
Rapaz do Café já se encarregou de me despertar pra minha ignorância com a lista de músicas.
E a Beth pra ignorância em geral.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

A ham is a ham, is a ham, is a ham!

(Gaguinho)


Amiga escreve email dizendo que o trocaram o meu colírio com o do Zé Simão! hahahahaha
E pergunta curiosa quem é o Presuntinho que eu falei abaixo.
Eu respondi dizendo que cara colega anda lendo muito blog e pouco jornal...não sem que eu a inveje verdosamente, claro!

Tão ai, amoreca, los dos:














(Presuntinhos)






***

Eu ainda tô lesa...

Me deixem.









Embora eu tenha que admitir que ele parece muito mais com o Gaguinho... num é?

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

Black Bird...é uma ova! Ou Sai pra lá Urubu!

Voltamos com a nossa programação anormal de sempre, caríssimos e caríssimas!

Então, eu já disse que fui pra Salvador, descansei e voltei, né?!

Daí, esqueci de tirar a carteirinha da Funai e viajei de novo...

Cês conhecem o Rio dos Ostrogodos, ali na Região dos Lagos?

Já foram atacados por uma turba de ogros?

Pois... Fui pro Rio, estressei e voltei!

Tamos entendidos?

Sem mais milongas...

***

Presuntinho acaba de dizer, no Jornaleco Nacionale,
que aprova CêPêÍ de investigação até de Pedro Álvares Cabral!
Ah, ele é muito Presuntinho, vai...

Eu fico cada dia mais admirada da qualidade de gente que tem ali...

***

Caras, depois de prenderem num sei mais quantos policiais bandidos
(bancados pelo meu rico dinheirinhoooo!),
venham me falar que o cigarrinho do demônio da Classe Média
é que patrocina os bandidos, venham!

***
Virge, tem um monte de coisa pra deixar em dia...mas eu tô de volta, fiotes!
Tava rôxa de saudade de vossuncêis!

segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

Lígia



Cheguei de quase 30 dias de férias.

Mal tento reorganizar a vida, retomar o ritmo, responder os emails e vem essa bomba, essa perda, essa tristeza rasgando o peito: nossa Lígia morreu.

Sem aviso.

Uma estupidez.

Eu ganhei a Lígia de presente da Fal - junto com mais um bando de pessoas lindas - em papel de seda e fitas douradas. Nossa convivência durou um ano...em trocas, confidências, sorrisos, banhos de cheiro, receitas de dieta, trocas de idéia, revelações, poesias, músicas, livros, tirinhas, apoios mútuos, abraços, soluços, sustos, gargalhadas, e um amor que não tem explicação (cês sabem, né, meninas? Não tem como explicar).

Ontem, acordei com minha sorella dizendo: "Beloca, nossa Lígia se foi". E eu fiquei ali, sentada na cama, deixando as lágrimas correrem pra tentar lavar o susto, pra tentar apagar essa coisa que não podia ser verdade, que devia ser só um pesadelo daqueles que tiram a gente do travesseiro aos soluços...

Um desespero de pensar nos filhos e no marido que ficam...em nós que ficamos sem aquele sorriso rasgado, sem a doçura, a transparência, a gargalhada, o colo e as lágrimas irmãs de Lígia...

Irmã, vai com Deus. Seu caminho será iluminado e amplo como seu coração. E se houver alguma justiça, só de riso, amor e beleza será essa sua nova jornada... Porque você jamais mereceu nada diferente.

...E desculpa pelo email que eu nunca respondi...

sexta-feira, 28 de dezembro de 2007

I'm oh sooo lonely ou ai que drama, meu bem!


Ontem foi o meu primeiro dia de solidão do ano. Incrível, né?
Casa vazia, um silêncio, uma quietude, um certo incômodo.
Ai eu descubro que a agitação é minha, não tem outro dono aqui.
...desorganiza a minha rotina, na verdade, isso de não ter ninguém em casa.
Em certos momentos a sensação era de estar numa igreja vazia, sabe?
Até no telefone eu falava baixo, com medo de fazer um eco monstruoso.
O som nítido da rua me fez companhia na madrugada... uns filmes, uns livros e a quietude.
O resto da casa escura fica um pouco assustadora e parece que eu tenho 5 anos de novo, com medo de atravessar o corredor sem luz pra ir beber água. Medo besta, sô!
E eu fui fazer o quê, na minha insônia solitária?
Escrever, uai! Pra dar som aos pensamentos, fazer barulho, nem que seja com a caneta deslizando macia no papel.
Há muito muito tempo eu não temia o silêncio.
***
Amores, eu vou ali, repor minha falta de iodo que altera perigosamente o meu humor e tomar uma overdose de dendê, pra me salvar da falta de jogo de cintura.
Volto em breve...nem tão breve assim, graças a Deus! Janeiro, lá pro fim.
Fiquem ótemos!
E que 2008 seja O nosso ano!
Delicioso, desafiador, cheio de sucesso, com saúde e harmonia sobrando & sorrisos idem!
Beeeeijos

terça-feira, 25 de dezembro de 2007

Pedacinhos de amigos



Primeiro que eu tenho que ajoelhar e agradecer, né, fias?

Cês sabem de quem eu tô falando, cada uma de vocês!

Mas nos últimos dias, as amigans daqui têm dito cada coisa, que só registrando.


***



- Poutzgrill (ela fala assim!), eu sou cagada de arara?

- Hã? Quê isso? hehehehe

- Você conhece alguém que já conseguiu tomar uma cagada de arara?

- Hauhauhauhauahuahuhauha

- O cara tem que estar totalmente errado,
lugar, hora, tudo pra conseguir isso, né?
A minha cara!



***


- Eu acho que no dia que eu me apaixonar de novo,
a pessoa vai ter um surto, mudar pro Azerbaijão...
fazer uma cirurgia cardiovascular
daquelas que zuip abrem de cima embaixo, entende?
Ou engravidar alguém de trigêmeos...

- Ah, se você tivesse sorte, você quer dizer?


(tapa tapa tapa tapa)



***


- O fato é que eu acordei de manhã, assim, sorridente,
que até a bochecha doía.
Ai, olhei pra cama... uma bunda, né?
Affff...profissa, profissa!

- Pára bem ai com os detalhes.
Ele é meu primo, cara!

- E eu vou contar isso pra quem?
E tava aquele deus nu deitado ali, dormindo.
Ai eu pensei: que diabos estão fazendo as minhas amigas
que não estão aqui agora!?

***

E, na retrospectiva de janeiro/2007 temos:

"Talvez - e eu digo por mim, mesmo sem ter certeza disso - o que a gente estivesse procurando um no outro fosse um índice maior de delírio...ou é ainda... não sei bem. A gente sempre foi tão pouco prático, muito pouco...pouco corajoso também. Acho mesmo que nós dois tínhamos uma exigência de segurança, de realidade,que não nos permitia viver do futuro incerto...porque tínhamos, acima de tudo, um pé pesado na realidade, por mais estranho e contraditório que possa parecer. (...) Tem uma coisa que só a arte e o grande amor dão, que é essa coisa de criar outros mundos, de viver um universo paralelo possível, dentro da realidade, sem ter que ser doido, entende? Ou sendo um pouco doido, talvez.
Porque o amor avassalador e a boa arte são feitos por pessoas limítrofes, quase sempre... ...Acho mesmo que, no preço total das minhas escolhas, embuti na minha decisão eu saber quanto ele pesa, quanto vale na minha vida, saber dar por isso direitinho... E, no entanto, não tê-lo".

quinta-feira, 13 de dezembro de 2007


Eu e você. Como num filme... a câmera fica ligada, continuamente, sem pausas. Até na alta madrugada. Filma, filma tudo, sem cortes ou edições. Câmeras em panorâmica e muitos closes.
O corpo que corre, no dia; rola, suspira e sussurra, envolto no edredom. Um ronca, o outro fala dormindo. E sonhamos. Escoltados.

Nada passa despercebido. Chega a ser incômodo. Tanta atenção, tanto detalhe, tanto enredo. Tanta gente que entra e sai, da casa, da vida, do pensamento. E tudo está lá, fielmente registrado. Incomodamente, mas orgulhosamente registrado. Mas é também lindo, esse nosso roteiro em versos.

Tantas vezes viramos um pastelão. Idiotas, bestalhões. Só que a maior parte do tempo somos muito práticos, organizados, retilíneos, fáceis, sem deixarmos de lado o questionamento (essa coisa que rouba um tempo precioso dos afazeres... e estreita o coração). Uma dúvida bissexta ali, com alguma pergunta cruel que ecoa, no fundo.

Nosso tempo é quase todo de ação, de resoluções, coisas pra fazer. A cabeça corre doida, atrás dos acontecimentos. E muito se fala, muito se ouve, às vezes se chora de soluçar. Mas é raro. Porque tem muito riso, todo dia. Ta lá gravado. Às vezes há gritos irados, viscerais. Há vontades gêmeas de esgoelar, de torcer o pescoço de um, de esbofetear outro.

Mas há, mais que tudo, uma enraizada força que leva minhas mãos aos seus cabelos e encaminha docemente sua cabeça pro meu colo, antes de dormir (porque só no seu calor eu posso dormir e sonhar). E tem um imã poderoso que doma o meu olhar férreo, quando você entra em cena. E eu me comovo. Sempre. Pro bem e pro mal.

E eu sei ver quando o verde escuro dos seus olhos se ilumina amarelo de raiva, de doçura, tristeza ou encantamento. Sinto a sua respiração parar, quando eu chego da rua e te olho, morta de cansaço, quase implorando por banho, comida e colo. E suspiramos juntos. No mesmo compasso.

E há nosso acordo tácito de fiel silêncio (e nenhum de nós chegou a falar ou furar o dedo) - com um risinho parceiro e um brilhinho discreto - dos segredos, das canções, dos passa-mal, dos versos, das vergonhas, dos vexames, dos ataques de riso, dos chororôs, dos projetos, das fúrias e das entregas, da bobeira, dos sublimes, das infantilidades, desse amor cotidiano feito em atos

E já que a gente pede desculpa sempre e por tudo, me perdoa se eu não digo com a boca, o que eu falo e faço todo dia, o tempo todo, há dez natais: é você, meu amor!
E esse é um dos seus presentes de Natal.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

Faaaala, Mááááário (uon uon uon uon) ou Alô Alô, marciano - versão 2007

...Enquanto isso, no SENADO da República:

LÍDER DO PSDB NO SENADO/ARTHUR VIRGÍLIO: Eu estou sempre conversando com Mário Covas, em sessão espírita. Ele me diz: "-Vote contra a CPMF!". Eu vou obedecer o Mário.

(em declaração ao Jornal do SBT de hoje!)




Meu avô deve ter engasgado com a sopa, de tanto rir!

sábado, 8 de dezembro de 2007

É de manhã, vem o sol, mas os pingos da chuva que ontem caiu...


Sábado de manhã, sol com nuvens, Caetano “cantando eu mando a tristeza embora...”.
Uma preguiça infinita, modelo daqui-eu-num-saio-daqui-ninguém-me-tira. Fome/gula de acordar comendo que nem uma francezinha (croissants e manteigas e queijos deliciosos e chocolate quente) e a manhã voa...dá uma estranha sensação de poutz, eu perdi a metade do dia.
...Mas é sábado, vai. E eu posso perder até o dia inteiro preguiçando, uma vez ou outra. Sem culpa (é, eu tento).

Ai eu lembro como eu gostava, quando era menina, de ficar deitava, num dia como este - nem frio, nem quente, fresquinho e gostoso -, só admirando as coisas ao meu redor. E ganhei dessa época um encantamento que eu tenho comigo, de ver as pessoas que eu amo fazendo coisas simples, como se fossem as mais importantes do mundo. E que, na verdade, são.

E eu fazia um joguinho mental absolutamente solitário, que era o de “dedicar” a cada tarefa de cada pessoa, uma música. Às vezes era engraçado. Mas como sempre fui besta e mole pra rir, rir sozinha também virou um dos meus esportes.

Fiquei vendo meu filho mais velho dando comidinha e água pra Gaia, nossa cachorrinha, de um jeito doce e, que eu me lembre, deve ser a primeira vez que ele faz isso sem ninguém mandar. Pensei que ele já ta assumindo a própria vida. Ele deu outros sinais disso já, com a escola e a namorada e tals. E com a curiosidade com a cozinha, que eu, particularmente, acho lindo e encantador.

E ele ganhou ares de moço, estabelecendo prioridades, fazendo escolhas que eu até hoje acho difíceis de fazer...como não querer ir a um almoço de família porque acho mais importante, neste momento, ver os meus amigos. E ele é libriano – o que por si só já embute na pessoa uma dificuldade de decidir – mas ele decide, escolhe e enfrenta com doçura os questionamentos de, por exemplo, não ir ver os avós, neste caso. Eu fico UAU, como diz a Mary W.


“Oh, meu amigo, meu herói
Oh, como dói saber
Que a ti também corrói
A dor da solidão
Oh, meu amado, minha luz
Descansa tua mão cansada
Sobre a minha
Sobre a minha mão
A força do universo não te deixará
O lume das estrelas te iluminará
Na casa do meu coração pequeno
No quarto do meu coração menino
No canto do meu coração espero
Agasalhar-te à ilusão
Oh, meu amigo, meu herói.”


Porque a solidão não é só tristeza, é também essa coisa de tomar decisões by yourself, né? E crescer não é indolor.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2007

Presentes virtuais que valem ourooooo!

Tamos no fim do ano, né?
É, amiga dona de casa, avuou.
Eu sei.

Aqueles balancinhos vão sendo feitos. Mesmo sem querer, eles vem chegando, exigindo alguma revisão, alguma olhadela pra trás.
... Sem chance de escapar.

Daí, faltando apenas 27 dias pra 2008 e, respectivamente, pro seu aniversário, um cara que você conheceu moleca - adola, chata pra cascalho e que ainda assim gostava de você - te manda um presente assim, ó:

http://web.mac.com/bruno71/Bruno/Muzga/Muzga.html

Uia...que isso dá superávit no meu balancinho!

Coisa mais linda, Brunits!