sexta-feira, 9 de novembro de 2007

Ataque de amor

Caio me olha, me agarra e diz: - Mãe, eu te amo tanto, tanto, tanto!

Eu: - Quanto?

Caio: - Demais, demais, até explodir meu coração! (Abrindo os bracinhos e fazendo com as mãozinhas o gesto maior que ele consegue) E mesmo depois que ele explodir eu ainda vou te amar. Sabe por que?

Eu (disfarçando o choro): - Por que?

Caio: - Porque os pedacinhos de amor vão ficar voando pelo universo!

Como é que a pessoa não tem um ataque de Felícia depois disso?

***

Bobagem pra fechar a sexta-feira:

Você conhece a ALFISINA?

Não?

Olha que conhece!

Não tá a ligaire o nome à p'ssoa...

8 comentários:

Rcesar disse...

Bunitim demais ele! E o ce viu os ladroes que foram presos devido ao portugues? Escreveram "imporio" num carro de entrega de cestas de natal que usavam pra passar como honestos. Eu eh que nao levo meu carro naquela alfisina!!!!

Sílvia Câmara disse...

Ataque de amor é assim!!!
Gostei do seu novo sítio, Rainha.
Obrigada pela visita ao Brisa.

lucila disse...

hahaha deus que me perdoe, mas eu morro de rir com essas coisas, e o povo do lado de cá hein, campeão... esses dias tava aqui no extra e a moça anunciando as ofertas com aquele "sutaque" e ai a bichinha me diz: aceitamos todos os cartões, visa, master e américa equisprésse
hahahah, shoru litrus de rir

Ana Paula disse...

Só o Caio pra me tirar do mutismo em que me encontro. Lindo de fazer chorar, coisa mais gostosa esses meninos fofos e especiais!
bjs

Mi disse...

Eh a coisa mais deliciosa esse amor mesmo!
Ai ai...como que a gente vivia antes deles, hein??
beijos e amo e SAUDADES

Vanessa disse...

Que delícia seu filho, Bela!
Beijo e bom feriado!

Carla San disse...

Este guri é pra ser ser carregado pra todo o lado como se fosse um talismã. Basta olhar pra ele, e o dia fica melhot. Baba, mãe. Vc tem todo o direito!
Beijocas

david santos disse...

Por favor!
Ajuda a que se faça Justiça a Flávia. Se és um ser com sentimentos, ajuda!
Eu jamais invadirei teu blogue, garanto! Mas ajuda.
Repara bem: eu, tu, seja quem for, tem nosso pai, nossa mãe, nosso irmão ou irmã, ao longo de 10 anos em coma, que vida será a nossa?
Se não tivermos a solidariedade de alguém com sentimentos, que será de nós?

TEMPO SEM VENTO

Ah, maldito! Tempo,
Que me vais matando,
Com o tempo.
A mim, que não me vendi.
Se fosses como o vento,
Que vai passando,
Mas vendo,
Mostrava-te o que já vi.

Mas tu não queres ver,
Eu sei!
Contudo, vais ferindo
E remoendo,
Como quem sabe morder,
Mas ainda não acabei
Nem de ti estou fugindo,
Atrás dos que vão correndo.

Se é isso que tu queres,
Ir matando,
Escondendo e abafando,
Não fazendo como o vento:
Poder fazer e não veres
Aqueles que vais levando,
Mas a mim? Nem com o tempo!

David Santos